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bEinG haPpY!!

sábado, 26 de dezembro de 2009

~BAd dAy~

Sinto-me pessimamente. Não só fisicamente (com dores de garganta, cabeça, costas e náuseas), mas psicologicamente (deve ser algum desígnio de Deus).
Como é que posso ser tão egoísta? Parece que só penso em mim e não quero saber dos outros. Quando é que me esqueci que para ser verdadeiramente feliz tenho de pôr quem amo à frente? Ainda ontem fui à missa pedir perdão pelos meus pecados e acabo de fazer asneira. Será que não faço nada direito? Bolas!! Que parva!!
E o que é pior nisto tudo é que os sentimentos continuam cá apesar de saber que é errado senti-los. Como é que se faz para mandar embora os sentimentos maus? Anyone?

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

~caRTas dE aMOr~

Será que escrever cartas de amor é desadequado para os tempos de hoje?
Sempre escrevi muitas cartas e, claro, adoro recebê-las. Aquele sentimento de ansiedade e nervosismo antes de abrir a caixa de correio para depois ler o meu nome naquele espacinho destinado ao destinatário. Aquela sensação fantástica de ter nas minhas mãos um envelope gordinho que passou por tantas mãos até chegar a mim. E saber que a pessoa que mo enviou perdeu tempo a escrevê-la e pensou de facto em mim. Ainda é melhor quando sabemos que essa pessoa gosta de nós ao ponto de o dizer nessa mesma carta, e que tem as mesmas esperanças e sonhos que eu. Depois ainda há o toque pessoal da carta ter um papel especial ou um perfume que nos faz lembrar essa pessoa. Sem esquecer que a escrita à mão da pessoa nos pode fazer sentir que ela está mesmo lá a falar connosco.
Quando estamos longe as cartas de amor são tão reconfortantes!! A mão do nosso amado tocou mesmo naquelas folhas, quase que dá para sentir. As palavras doces e a difícil despedida no final com a sua assinatura tornam tudo tão real. Não queremos esquecer que aquilo que vivemos foi realidade e não um sonho.
Quem não gostaria de se sentir assim?
Por isso, volto a perguntar: será desactualizado escrever cartas de amor?

sábado, 12 de dezembro de 2009

~Txáááuuurrr~

Aqui estamos nós na recta final das aulas. Os trabalhos vão andando, alguns mais depressa, outros nem por isso!! Espero que consigamos acabar antes de 6ª feira, para depois termos as férias todas para estudar para os exames. Que ridículo!! Ficar contente por ter as férias para estudar para os exames. Enfim!!
Aprendi hoje na casa do ÉmeÉne a fazer tostas mistas com oregãos. Parece mesmo uma pizza!! E se pusermos tomate então aí é que parece mesmo. Genial!! (para que conste foi o JoLi que ensinou).
Estou neste momento a tomar um chazinho de "baunila" do Lord Nelson que foi a HaHa Gomas (cujo nome tem uma, não, várias histórias interessantes --> não percam o próximo episódio, porque nós também não) que confeccionou "pá geinti" --> apartir de agora esta cor é para ler em "brásileiro".
A minha famelga foi ao cinema ver o Lua Nova e eu a trabalhar. Fogo!! Mas bem, vou tentando ver Pontes e adiantar trabalho para que também eu possa finalmente descansar!! Ufa!!
Por isso,
"Txáááuurrr! Mandá leumbraunçár!"

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

~Um elefante nunca esquece~

Como me disse uma pessoa sábia: "um elefante nunca esquece", e por isso mesmo, decidi deixar aqui mais um post para contar mais um capítulo da minha história.
"Frio. Está frio lá fora. E a minha cama está tão quentinha. Mas são 8h e tenho de me levantar. Apesar de ser domingo, combinámos trabalhar em casa do Émeéne para adiantar trabalho. Temos pontes, edifícios e lajes para estudar. Assim dito parece pouca coisa, e na realidade até é considerando a quantidade de coisas em que tenho pensado e me vão enchendo a cabeça.
Sou uma privilegiada, e não me devia queixar. Tenho comida, cama e roupa lavada todos os dias e sempre que preciso tenho a famelga que nunca me deixa mal. Às vezes até a minha mana me chega a dizer mais de duas palavras por dia, tipo "Olá! Cheiras mal!!!". E é tudo! Enfim...
Tenho saudades de fazer desporto e dançar. É das coisas que mais gosto de fazer e deixa-me realmente feliz. Mas quando temos responsabilidades temos de saber escolher acertadamente. E será que o certo será o que nos deixa felizes? Penso que a longo prazo talvez, mas o melhor seria conseguir conjugar tudo. Infelizmente, a minha capacidade mental não chega a tanto! Sou rapariga mas há muitas coisas que não consigo fazer simultaneamente. Por exemplo, conduzir e ter uma conversa decente ao telefone. Não dá mesmo!!
Quanto a romance, vai melhor do que nunca. Estou realmente feliz e nem quero acreditar na sorte que tive em o encontrar. Também tenho experienciado dissabores nesta odisseia da vida, que me ajudaram a perceber o quanto gosto do P. Quando as coisas parecem perfeitas e estão encaminhadas, acontece sempre algo que acaba por estragar a calmia. Da última vez que fiquei triste com o P. ele disse-me coisas que me magoaram, e mesmo não querendo sentir-me magoada foi assim que me senti. Ele pediu desculpa, que é algo que eu valorizo muito (é preciso muita coragem para admitir que se errou), mas mesmo assim não consegui deixar de me sentir mal. Adormeci pensanso que estaria tudo bem no dia seguinte, mas não estava. Fui para as aulas convicta de que iria passar mais um dia mau. O horóscopo do Destak dizia que
"Amor: Este é o momento exacto para se reconciliar com um amigo. Resolva os desentendimentos através do diálogo."
Parece que às vezes os horóscopos até acertam. Incrível!! A carta que recebi nessa manhã veio provar isto mesmo e foi através do diálogo que deixei de ficar zangada. Por isso, as cartas são uma boa maneira de dialogar, quando custa dizer as coisas na cara, ou pelo menos ajuda a suavizar! E mais se forem de amor podem perdurar... Como um pequeno tesouro secreto!!
Custa bastante dizer a uma pessoa de quem nós gostamos que ela nos magoou porque não estamos preparados para que isso aconteça, mas é um mal necessário e a recompensa que daí advém é melhor, porque ganhamos mais força e amor para enfrentar o próximo obstáculo. De certo modo, é como ganhar calos!! Ai, ai...
Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhh!!
Já são 8h20 e o JoLi já tá a sair de casa para vir apanhar boleia. É exponencialmente louco como o tempo passa a voar quando pensamos em coisas boas. Bem, agora é que é, tenho de me levantar... 1... 2... 2.5... 2.75... 3! Brrrrrrr, que frio!"

domingo, 8 de novembro de 2009

~ uM amiGo É uM BEm, uM tesOurO qUe sE teM ~

NOTA: Ouvir esta música enquanto se lê o texto. Ajuda a relaxar e a entrar no espírito do que vou dizer (a música é linda, não é?)
O que fazer quando um amigo nosso precisa de ajuda e nós não podemos fazer nada para o ajudar? Que sensação de impotência! Devíamos saber o que dizer nestas situações e porém nada me ocorreu senão usar a expressão "a falar é que a gente se entende!!". Em parte é verdade, mas nem sempre se resolvem assim os problemas. Há que arregaçar as mangas, respirar fundo e ganhar coragem para enfrentar um novo dia que se avizinha. Mas não estamos sozinhos! Estamos de rodeados de pessoas que gostam de nós e , apesar de por vezes fazerem palermices e nos irritarem ainda mais, é a elas que vamos buscar forças! Mas há quem se contente simplesmente com desabafar e ser ouvido. Por exemplo, no meu caso. Sou uma pessoa cheia de dramas, e se não pudesse desabafar o mais provável era já estar internada. É por esta razão que escrevo um blogue ou mantenho um diário. Quando estamos zangados podemos dizer coisas de cabeça quente e que na realidade não sentimos. Dizer o que se sente na altura permite libertar outros sentimentos que poderiam vir a magoar alguém que nos é muito querido. Gosto também de ouvir os outros desabafarem, pois para além de ser muito cusca (por isso é que é bom ser rapariga, já é expectável que assim o seja), gosto de acreditar que essas pessoas confiaram em mim o suficiente para me contarem o que lhes vai na alma.
Deixo aqui duas frases que reflectem bem o valor da amizade:
"Um amigo é a ponte para um mundo de largos horizontes. Pelos seus olhos vemos nitidamente como pelos nossos. Ouvimos mais com mais distinção, pensamos com mais profundidade, exploramos um país que desconhecíamos. Precisamos de carinho e bondade - e alegramo-nos com a descoberta de que eles também precisam disso."
"Obrigado por saberes o que é preciso fazer e por o fazeres, como por exemplo dar um abraço, aplicar uma ligadura ou preparar uma chávena de chá. Obrigado também por saberes quando não é preciso fazer nada."
Dedicado a ti, meu amigo, lembra-te que estarei sempre ao teu lado...

~No Parque Mayer~

Como alguns podem saber, outros nem por isso, durante uns tempos houve festa no Parque Mayer, com música e dança. Já devem também ter percebido pelo meu blogue que adoro dançar e uma vez que o meu professor fez parte do espectáculo não podia deixar de comparecer. Consegui convencer a minha mãe e a minha sis a irem comigo e felizmente não choveu (uhuh), porque aquilo era ao ar livre, e o meu pai fez o obséquio de fazer de motorista ("oh, obrigado Ambrósio"). Gostei imenso e soube-me a pouco. Os dançarinos estiveram simplesmente à vontade e a divertirem-se e isso passou para o público. Por sorte não choveu e até esteve calorzinho à noite, tendo em conta que nos dois dias anteriores choveu torrencialmente. No final do espectáculo houve uma pequena aula de dança, que na noite em que fui foi o Merengue. Foi mesmo divertido!!
É fantástico assistir a profissionais a dançarem com tanta paixão! Conseguia-se mesmo entrar no espírito. Nunca fui, mas deve ser a mesma sensação que se tem quando se vai ouvir música ao vivo, e nos sentimos enlevados na melodia. A minha dança favorita foi esta:
É um jive "super-hiper-mega" rápido. O rapaz parecia que se desmanchava todo. Bué cómico. E há um passo que ele faz no minuto 2:40 que eu adorava saber fazer. A primeira vez que vi esse passo foi num dos melhores jives que já vi e o passo aparece no minuto 0:23:

Um dia quero ir ver um campeonato nacional e talvez quem sabe possa ir à competição da Blackpool, que é só o paraíso das danças de salão.

sábado, 24 de outubro de 2009

~a REaLidadE~

Bem, faz algum tempo que não escrevo nada aqui e por isso decidi exprimir um pensamento que me tem "assombrado" nos últimos, vá lá, meses. Há uns tempos atrás li no jornal Destak uma história da autoria de Luísa Castel-Branco que me deixou a pensar. Dizia o seguinte: "Terça-feira, 20 de Outubro de 2009 Isto sim, é a realidade. José Gomes de Macedo, de 62 anos, que vivia há oito anos em Beauregard, terá morrido há dois anos mas apenas esta semana foi encontrado. "Este foi o momento mais chocante de toda a minha vida diplomática de mais de trinta anos", admitiu o embaixador de Portugal em Paris. A notícia surgiu no Destak bem como em muitos outros jornais. Nos arredores de Paris, numa localidade habitada quase exclusivamente por emigrantes, num andar de um prédio, este homem morreu há 730 dias. Os vizinhos dizem agora que era um homem calado e que ali ainda existe o conceito de vizinhança. Seguramente que foi essa solidariedade que levou ao telefonema anónimo a alertar as autoridades para o cheiro nauseabundo que vinha do apartamento. Dois anos depois. Leio, dias depois, que as filhas pediram a trasladação do corpo para Vila Verde (Braga), onde vive a ex-mulher com quem afinal ainda era casado. O cadáver encontrava-se em estado mumificado e foi através do número de série da prótese auditiva que as autoridades o identificaram. Poderia ser a trama de um filme de suspense, mas não. É apenas a realidade. E nesta realidade, a solidão é bem maior do que a vida ou a morte.E bem mais terrível. Este emigrante português que vivia há muitos anos em França, não fez um vídeo caseiro com uma equipa técnica de som e imagem.E, por isso, morreu só, enrolado no seu silêncio, no vazio de uma casa que não conhecia visitas ou palavras amigas. 730 dias sem que alguém desse pela sua falta. Será que alguém o amou em tempos? Será que o seu mau feitio (também referido em algumas notícias) o arredou de todo o convívio humano?Mas há quanto tempo tinha sido a luz cortada naquele andar?Há quanto tempo não se abria aquela porta? Haverá maior miséria do que esta? in Destak 20 10 2009" É, de facto, estranho como é que alguém pode desaparecer assim da vida das pessoas e ninguém dar conta disso. Trata-se de um caso muito triste e que reflecte até que ponto as pessoas se interessam em testemunhar a vida de outras. Podia ser um simples homem sem família, nem amigos, ou já bastante idoso e impossibilitado de sair de casa, mas não. O senhor tinha 62 anos e família. Como estava em França, o mais provável era até ser um emigrante que mandava dinheiro à família e por isso é de estranhar que ninguém, colegas de trabalho, família, nem mesmo os próprios vizinhos não tivessem dado pela falta dele. Desde que vim para a casa onde moro actualmente, já faz quase uns 15 anos, que me lembro da minha vizinha do lado direito. Era uma pessoa extremamente faladora. Quando nos encontrávamos à porta de casa ou quando a minha mãe regava as flores na varanda e ela aparecia ficavam tanto tempo a fazer aquela conversa casual. Os olhares que a minha mãe mandava!! Chegámos ao ponto de fingir que o telefone tocava só para ela se despedir e acabar com a conversa. Que tristeza! Com os anos a passar também notei um certo afastamento da vizinha em relação ao mundo exterior. Apercebi-me que o marido se separou dela, porque simplesmente deixou de aparecer aqui em casa e que ela se tornou esquiva e muito pouco faladora. Quando nos via a entrar em casa, simplesmente soltava um tímido "Boa noite" e esperava que entrássemos em casa para depois ser ela a entrar e abrindo a porta o mínimo possível, talvez temendo que o nosso olhar conspurcasse a sua casa imaculada. Alguém me disse, já não me lembro quem, que ela disse que já não ia ao dentista porque tinha medo de apanhar SIDA. Meu Deus! Imagino como é que devia estar aquela boca… Às vezes, ficava a estudar até muito tarde e ouvia o elevador a chegar, e lá ia ela às 2h ou 3h da manhã a levar o lixo à rua!!?? Isto não é normal!! Mas o que é que a minha vizinha tem a haver com a história supra-referida? Desde Maio deste ano, deixei de ver a minha vizinha, pelo menos desde que me lembro. Aliás, parece que ninguém põe os pés naquela casa desde essa altura. Até tenho vergonha de dizer isto: acho que nem sequer o correio é recolhido! Não se ouve barulhos vindos da casa, nem luzes! Por isso, sem querer parecer mórbida, acho que existem três hipóteses: 1) Ou ela foi morar com um namorado rico novo (sem comentários) 2) Ou foi morar com algum familiar (altamente improvável) 3) Ou então … bem, enfim... Se por acaso a terceira hipótese fosse válida, o que poderia alguém fazer? O que aconteceria se por acaso ligasse para a polícia pensando o pior e que se viesse a descobrir que ela tirara apenas umas férias sabáticas para o Havai e estava de volta para o início do ano lectivo? Grandes problemas. A única solução será esperar que surja um cheiro nauseabundo ao ponto de ser impossível não deixar de notar. Por isso compreendo que não fosse possível da parte dos vizinhos terem feito nada. É triste, mas como diz a Luísa, "é a realidade", e ela está mais próxima do que imaginamos!! Espero que estas preocupações não sejam mais que meras especulações, mas até lá temos a possibilidade de fazer mais barulho (e não digo que sou eu) e ao menos serão poucos dedos a tocar no número do nosso andar, o que nesta altura da crise da gripe A vem mesmo a calhar. LOL!!

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

~dAnçAR...~

Descobri este poema lindíssimo sobre dança. Já fui "poeta", mas parece que a inspiração se foi e se recusa a voltar. De qualquer maneira penso que estas palavras traduzem bem o meu sentimento sobre a dança. Aqui fica...
"Danço...
Não apenas por dançar;
Mas por sentir em cada partícula de meu corpo;
As notas de uma música que nunca pára;
Uma música que surge dentro de mim
Cada vez que penso em dança;
Meu corpo ganha uma vida exuberante;
Um brilho que nenhum ser humano tem;
Minhas mãos falam várias línguas;
Que todos conseguem entender;
Meus pés ganham vida como se dançassem sós;
Meu corpo grita; Todas as palavras do meu espírito; Como se eu nunca tivesse falado;
Isso é dançar; Isso é viver a dança; E senti-la cada vez mais;
Isso é apenas dançar."

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

~32Pi... a oRigEM ...~

AVISO A QUEM PRETENDER LER ESTE POST!
CONTEÚDO ALTAMENTE PREJUDICIAL À SANIDADE MENTAL DO LEITOR!!
Apercebi-me que ainda não expliquei o porquê deste título para o meu blogue. Para os mais atentos hão-de reparar que também pertence à minha "assinatura" do messenger. Foi de lá que retirei a ideia. Quando souberem o que quer dizer e de onde veio vão achar "Meu Deus! Mas a miúda é parva ou quê?" Pois 32Pi não tem nada a haver com matemática apesar de andar num curso relacionado com a mesma e deve ser lido em inglês:
Free to pee Disse-vos que era ridículo, mas achei piada. Essa frase foi retirada de um filme que gosto muito e que de certa forma tem um bocado a haver comigo. Chama-se "O segredo de Terabítia" ou em inglês "Bridge to Terabithia". Aconselho vivamente a que o vejam, mas é um bocado triste por isso se não estiverem com essa disposição guardem-no para outra altura. É a história de um rapaz que vive com algumas dificuldades e que conhece a sua nova vizinha e juntos embarcam numa viagem imaginária para um território desconhecido com monstros e criaturas esquisitas. É mesmo muito giro! A frase surge quando uma rapariga na escola os impede de usar o WC se não pagarem o que lhe é devido e as crianças revoltam-se contra ela gritando "32Pi!". Gostei da frase e pelo facto dela poder ser escrita desta maneira. E porque também sou a favor da iniciativa de que deve ser permitido poder satisfazer estas necessidades fisiológicas sem pagar. Por exemplo em Amesterdão para aceder ao WC público temos de pagar 50 cêntimos!! Enfim… Fica aqui a explicação esperando que seja suficientemente esclarecedora apesar de como eu avisei ser também bastante ridícula. LOL =)

~fUi paRa fORa, Lá ForA~

Há bastante tempo que aqui não ponho nada, mas a causa de tal ter acontecido deve-se meramente ao facto de ter viajado nesta passada semana para Amesterdão, na Holanda. Não quero contar os detalhes da viagem, deixo isso para o meu outro blogue, de viagens (arewethereyet-ineedtopee.blogspot.com).

Queria apenas salientar que Amesterdão é uma cidade lindíssima e que vale a pena visitar sem dúvida. Nela é possível encontrar três

X (sexo)

X (drogas)

X (álcool)

para além de que apresenta uma arquitectura espectacular e muitíssimo interessante.

O facto de toda ela ser atravessada por canais torna-a numa cidade extremamente romântica, à semelhança de Veneza (apesar de nunca lá ter ido é essa a ideia que tenho). Por outro lado, nunca vi tanta bicicleta junta em toda a minha vida. É mesmo fantástico. Eu adoro andar de bicicleta e desde pequena que tive vontade no Parque dos Índios (já lá vão alguns aninhos), de andar num triciclo oou bicicleta e percorrer as ruas com sinais, semáforos e passadeiras como se fossemos um carro. Ao tirar a carta vi um pouco dessse meu desejo concretizado, mas andar numa cidade de bicicleta com circulação própria para as mesmas é demais. Eu adorei imenso aquilo e fiquei com muita vontade de lá voltar. Aliás ver aquilo deu-me vontade de fazer o mesmo cá em portugal, nomeadamente na grande Lx. Não é bem a mesma coisa, porque Lx não é propriamente uma cidade plana, mas pelo menos ir e voltar da faculdade de bicleta, para além de fazer exercício, também contribuo para não poluir o ambiente. Vamos a ver se consigo cumprir isso. Por essa razão fiquei com uma vontade enorme de ter uma bicicleta, nomeadmente uma pasteleira. Têm o guiador mais alto para andarmos dieritos, selim mais largo para ser mais confortável, um cesto (ou não) à frente e uma coisa cujo nome desconheço para pôr atrás e que permite levar objectos na traseira da bicicleta ou pessoas à pala.

Neste momento voltei para o Baleal, onde está um tempo fantástico mas por ser Setembro já não se vêem tantas pessoas e por muito que me agrade ter a praia só para mim causa-me um sentimento de nostalgia por ver que o Verão já passou e não volta atrás. Adorei estas férias (talvez as últimas decentes nos próximos tempos) e não queria nada que acabassem. É um sossego isto aqui. Como sempre não consegui concretizar metade das coisas a que me propus fazer nestas férias. Mas o que conta é que descansei e me diverti imenso. Acima de tudo fiz o que podia para poder recordar mais um verão na minha vida. É muito importante para mim registar os acontecimentos, mas mais importante que isso quero que as pessoas que os viveram comigo guardem também na memória os bons momentos passados.

Prometo voltar mais tarde com (espero eu) mais novidades interessantes. Se não das férias, que sejam da faculdade. Ciao.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

~a LinGuagEm dO coRpO~

Recentemente comprei um livro muito interessante sobre a linguagem corporal. Nunca me tinha apercebido da quantidade enorme de coisas que dizemos sem querer sem sequer mexer os lábios. Lendo algumas partes do mesmo aprendi como me devo comportar em reuniões ou entrevistas mais formais, ou seja, o que posso ou não devo fazer nessas situações. Muitas coisas já são intuitivamente sabidas, porém outras, nomeadamente em relação ao sexo masculino são deveras... curiosas.
Algo que sempre me intrigou foi a obsessão dos homens e das mulheres por algumas partes da fisionomia do corpo humano e também isso é explicado no livro. Uma teoria simples (não quer dizer verdadeira) mas que acredito que possa fazer sentido.
Também é engraçado ver a linguagem corporal aplicada na arte da sedução, pois, quer acreditem ou não, e por mais estúpido que possa parecer, resulta!!! É extremamente engraçado de aplicar, quer seja com a orientação do corpo, as mãos, as pernas, a cabeça, os olhos, os lábios, o pescoço, os pulsos, os ombros... o ser humano é uma máquina fantástica!!!
PS: Fica aqui como referência: Allan e Barbara Pease, Linguagem Corporal, Bizâncio

~somEwHeRe ovER tHe raiNBoW...~

Já não se entende nada deste tempo. Hoje é 3ª feira (aliás 4ª feira, mas ainda não fui dormir por isso não conta) e desde 5ª feira passada que não se vê nem um raiozinho de sol aqui no Baleal. Mas que raio se passa com este tempo? Há muito que já se foram as 4 estações, por Portugal ou temos frio gélido ou calor tórrido.
Anda uma pessoa a trabalhar (para o bronze) e não consegue!! As ideias de coisas para fazer em casa vão-se esgotando ao ponto de até decidirmos surfar com pinguinhos de chuva. Que decadente!
A culpa disto não é (até que enfim!) do governo, mas sim da perigosa espécie "homo sapiens" que vagueia pela Terra. É tanto perigosa para o mundo como para si própria. Irrita-me a falta de consideração que as pessoas têm pelo ambiente, e a título de exemplo veja-se os carros cuja nuvem de fumo preto os persegue que vão intoxicando quem vem atrás descansado e a desfrutar de uma agradável brisa proveniente do AC. Ou então a situação ridícula que vi no outro dia na praia em que a sra. encarregue de recolher o lixo misturou o lixo para reciclar com o lixo indiferenciado. Acham isto normal? e querem que o país ande para a frente!!
É verdade que não sou nenhuma santa, mas há certas coisas que se podem evitar. Em vez de se pensar pela negativa que somos "apenas uma gotinha no oceano" deve-se optar pelo pensamento positivo lembrando que "migalhas também são pão" e devemos unir-nos todos em prol de um mundo melhor!
Não pretendia escrever um discurso de candidata a Miss Portugal, apenas escrevo uns rabiscos sem olhar muito para trás (perdoem-me se for muito repetitiva), desabafando sobre um tema que me preocupa bastante. Não gostaria que daqui a 40 anos o custo da água, essencial para a vida, subisse para um valor "exponencialmente" exorbitante, impossibilitando a muitos "humanos" consumi-la.
Vamos lá a controlarmo-nos gente, se pensarem que ao andarem mais um pouco para deitar o papel no lixo estão a queimar gordura então já vale bem a pena. Pensem só no que pouparão com o ginásio?? LoLoL!!

sábado, 15 de agosto de 2009

~ThE bEginNinG~

Sempre me disseram que os príncipes encantados não existiam e que eu tinha de fazer algo se quisesse conhecer o amor. Ou seja, não ficar de braços cruzados à espera que me caíssem ao colo. Pois deixem que lhes diga que isso não é totalmente verdade. Apesar de na sociedade hoje em dia as mulheres serem mais emancipadas, a meu ver, há coisas que nunca mudam. O cavalheirismo permanece... felizmente.
Quanto a mim, simplesmente me apaixonei e tive a sorte de ser correspondida. É verdade que não foi amor à primeira vista, mas também não foi nada forçado. Apenas aconteceu e não fiz nada, bem, quase nada, para encontrar um namorado. O "quase nada" significa que apenas proporcionei ocasiões e momentos que me fizessem perceber se também era ou não correspondida. E não me custou nada porque estar com ele era um prazer para mim. Claro que ajuda se tivermos uma fada madrinha, como não podia deixar de ser no meu conto de fadas, e eu tive a sorte de poder contar com duas!! Por isso, deixo aqui a mensagem que continuem a acreditar, o amor acontece e pode surgir em qualquer lugar. E o melhor de tudo, estar apaixonados, mesmo quando não correspondidas, torna-nos mais bonitas. LOL!!

~dE féRiaS~

Já passou um mês desde que aqui escrevi e como tenho recebido muitas críticas de que é fraquinho vou tentar pôr a conversa em dia.
Já estou de férias desde da 21 de Julho. A época de exames foi muito complicada porque, diga-se a verdade, não consegui estudar o suficiente durante o semestre devido à carga de trabalhos. Sempre fui uma pessoa muito organizada e custa-me não ser capaz de me manter organizada. Sei que digo isto todos os semestres, mas para o próximo tenho mesmo de me aplicar se não me quiser sentir burra aos olhos do... chamemos-lhe P.
O 5º ano da faculdade já não é brincadeira e quero mesmo ser alguém na vida, alguém que marque a diferença. Posso não o conseguir, que é talvez o mais provável, mas assim ninguém pode dizer que não tentei.
A novidade mais importante vem relacionada com o dia 4 de Julho. Esta data marca o início de algo com que eu sempre esperei e que se tem revelado muito mais do que sonhei. EU TENHO UM NAMORADO, que apartir de agora se vai chamar P!! Sou uma pessoa muito sonhadora e adoro contos de fadas (quem me conhece já não suporta ouvir-me falar na Disney) e sempre ansiei por sentir aquelas características borboletas no estômago. Ora, foi exactamente isso que senti quando "conheci" o P. Digo "conheci" porque na realidade já o conhecia há mais tempo, mas só recentemente é que os meus sentimentos por ele se desenvolveram. Ele é simplesmente espectacular!! Nem consigo acreditar na sorte que tive. A MIM, ele escolheu-me a MIM! E eu gosto tanto dele! Do pouco tempo que estivemos juntos consigo ver que ele também gosta de mim, com todos os meus defeitos e manias, e as pequenas coisas que ele faz como: secar-me o cabelo, arrumar a loiça, ajudar na cozinha, limpar os quartos, abraçar-me quando tenho frio, as surpresas... que parecem ser de ppouca importância são, pelo contrário, "coisas" que fazem crescer a nossa relação.
Agora tenho de esperar um tempo incerto, talvez 10 dias, até o voltar a ver. Até hoje não sabia o significado da expressão
ABSENCE MAKES THE HEART GROW FONDER

(or maybe forgotten)

mas agora finalmente compreendo.

Bem, hoje está muito mau tempo, até chove, o que representa um pouco o meu estado de espírito por estar longe do P. Sei que ele sente tanto a minha falta como eu sinto a dele. O sorriso, o cheiro e o olhar dele tornaram-se uma constante na minha vida que por breves momentos desapareceu, mas a certeza de que voltaremos a estar juntos permanece e dá-me forças para esperar.

Keep an eye at the horizon...

domingo, 14 de junho de 2009

~vivAm aS rEfoRmaS escOLarEs~

Finalmente parece que acabaram as aulas, e no entanto ainda tenho aulas de substituição na próxima semana. Quando devíamos aproveitar para estudar, lá estamos nós a perder tempo nos transportes públicos (para quem não tem veículo próprio) a ir para o IST. Realmente, se já sabiam de antemão que os feriados iriam calhar ao dia de semana, não seria natural preparar as aulas de modo a que não se causasse transtornos a ninguém? Parece mal estar a reclamar, afinal, ninguém me obriga a ir às aulas, os professores é que fazem o sacrifício todo, podiam nem sequer dar as aulas e os alunos que se arranjassem. Isto do processo de Bolonha parecia bom demais para ser verdade. Na realidade, não senti diferença nenhuma com esta mudança. Aliás, senti que o número de aulas práticas diminuiram e que o de teóricas se mantém ou até aumentaram, inclusivé o número de trabalhos para realizar, o que deixa pouco tempo para estudar por nós próprios. Na minha opinião, o processo de Bolonha resulta mas para aqueles que passam a vida a estudar e não têm vida própria. Ou então são tão "exponencialmente" organizados que controlam tudo e todos à sua volta, não deixando espaço para a espontaneidade.
Bem, quando me disseram para escrever mais, provavelmente não estavam à espera de um discurso amargurado, enfim, talvez para a próxima saia melhor!!! Sorry!!

domingo, 17 de maio de 2009

~whEn yOU wiSh upON a stAR~

Ontem tive um dos dias mais felizes da minha vida!! Para quem me conhece sabe que eu adoro dançar, não resisto a um convite para dançar seja o que for.
Assim, aceitei o convite de um colega meu (chamemos-lhe J) que dirige uma escola de dança para ir dançar na festa dele. Iria dançar danças de salão, nomeadamente clássicas com o filho dele, porque o respectivo par não gostava muito. Ok, tudo bem, não perco uma oportunidade para mostrar aquilo que gosto e sei fazer, tou nessa. Treinei durante alguns fins-de-semana, para desgosto da minha mãe que ficava em casa à espera que eu voltasse, até que me apercebi que da maneira que as coisas iam isto iria dar barraca. Tive então a brilhante ideia de pedir ao meu professor de dança que perguntasse a alguém se podia fazer de meu par nessa festa. Curiosamente, a pessoa que aceitou o pedido já tinha dançado comigo numa festa e dançava excepcionalmente bem.
A uma semana da festa, ele não só aceitou dançar clássicas (em exibição) como também latinas (em competição) perfazendo um total de 5 danças: valsa inglesa, valsa vienense, chá-chá-chá, rumba e jive. Treinámos no total umas 8h para estas danças tendo sempre em mente que iríamos dançar músicas com duração de 1.30min. Tivémos que alterar as coreografias iniciais para que os passos mais giros coubessem nessa duração. Na realidade, a expectativa de ganhar não era nenhuma, pois iríamos competir contra um par que ganha este concurso desde que ele foi criado há 4 anos. Não iriam ser uns novatos a quebrar uma tradição tão consolidada, principalmente depois de ter visto no ano passado um outro par que concorreu contra eles e perdeu injustamente apenas por 1 ponto de diferença. De qualquer maneira, e com muitos sacrifícios à mistura, lá chegou o tão esperado dia.
Passei o dia todo nervosa, não comi quase nada (nem conseguia) mas chegadas as 19h (o concurso começava às 21h30) saí para ir treinar mais cedo. Quando lá cheguei a porta estava fechada e o senhor do café diz-me que ainda não chegou ninguém e que eu tenho de ficar à espera até às 20h!!! Resignei-me e pedi ao meu pai para esperar comigo (coitado). Quando chegam as 20h quem é que sai de lá de dentro?? O meu par!!! Nem acredito que tive o tempo todo à espera e ele também à minha para treinar e ele já lá estava. Que desperdício de tempo!! Acabámos por não treinar nada o que me deixou ainda mais nervosa. Tínhamos feito planos B para as músicas caso as mesmas durassem mais do que 1.30min, no máximo até 1.40min ou 1.50min. A minha famelga chegou e a minha mãe foi ajudar a vestir-me!! O vestido que a minha avó fez caiu que nem uma luva. Era simplesmente lindo. Azul marinho e branco com corte de princesa e umas mangas grandes e compridas. Senti-me mesmo linda com aquele conjunto e o cabelo!! O meu par estava muito elegante com uma camisa branca e umas calças pretas. Começámos por dançar a valsa inglesa ao som de "Fascination". É uma música tão suave que senti que estava nas nuvens, àparte que nas nuvens não é suposto escorregarmos!! Estava simultaneamente tão nervosa que descurei a postura!! Se o meu professor me visse dava-me na cabeça! De seguida dançámos a valsa vienense com a música "Anniversary song" que foi escolhida pelo meu par. E nesta dança simplesmente arrasámos!! É uma das minhas danças favoritas porque nem todos conseguem dançá-la (não percebo porquê) e era dançada nas cortes reais antigamente (um mundo que sempre me fascinou). Desta vez fomos aplaudidos de pé. Não fomos perfeitos, mas senti que as pessoas tinham gostado e isso era o que mais importava.
Depois fui preparar-me para as danças latinas (sempre com a ajuda da minha mãe que tem umas mãozinhas de ouro e uma paciência de santa para aturar as minha manias). Fiquei muito simples, com um vestido que a namorada do meu par me emprestou cheio de franjinhas e o cabelo amarrado atrás com uma flor. Quando vi o meu par, ele estava simplesmente deslumbrante, parecia um autêntico profissional!! Desde a ponta do sapato, passando pela roupa até ao cabelo!!! Meu Deus!! Até eu, ficava abafada pela sua presença. O par concorrente já estava preparado para dançar e quando vi a outra concorrente com um "desvestido" azul e prateado, que consistia basicamente num soutien, calção e duas tiras de tecido para a frente e para a parte de trás, todo coberto de lantejoulas, pensei: "Damn!!" Eu iria dançar para ganhar apesar de saber que isso seria, como já expliquei, impossível. Nós fomos o 2º e último par a dançar e a primeira dança foi o chá-chá-chá. Até não correu mal, apesar de não ter esticado a pernas e de a música ter durado mais do que os previstos 2min. Mas não foi muito mau. Tivemos pontuação máxima: 4 cincos!! Não chegámos a ver a pontuação dos outros, mas adivinhava que teriam tido o mesmo que nós. A segunda dança foi a rumba. Nem acredito que o J decidiu incluir no "sorteio" (que não foi sorteio nenhum, porque o outro par, o do filho do J, tinha ficado com a músicas que nós tínhamos ensaiado no fim de semana atrás) uma rumba em francês. não dá pica nenhuma. Então a rumba que é uma dança latina, quente e sensual, cantada em francês. Por amor de Deus!! Há tanta rumbas lindas e ele escolheu aquela, mas tudo bem dançámos e claro tivémos de improvisar porque a música durou mais do que os previstos 1.30min. E com tudo isso mais os nervos esqueci-me de um passo que teria ficado perfeito para o final!! Enfim!! Mas acabámos por ter tido novamente pontuação máxima. E com uns BUUUUSSS à mistura apercebi-me que podíamos ter uma chance muito remota de ganhar, bastava sermos perfeitos no jive! A última dança, jive, começou e apercebi-me que era muitíssimo rápida. Existe o jive lento, que dá para dormir em pé, o jive normal que adquire uma velocidade já considerável e o jive supersónico que apenas os dançarinos profissionais se atrevem a dançar (note-se que eu dissem ATREVEM, não quer dizer que o façam). Claro está que não fomos perfeitos, saímos de música montes de vezes, o que era inevitável e os passos não ficavam bem marcados e muito pequenos, pois dando passos maiores saímos novamente de música. Mais uma vez a música teve os seus 2.22min, muito mais do que os 1.30min que o J tinha falado que ia ser. O final, foi inventado à última da hora pelo meu par que consisti basicamente a saltar para o colo dele e fazer uma pose engraçada!! Foi um bocado forçado porque a música já tinha acabado, mas mesmo assim deu para termos outra vez a pontuação máxima. O que significava que no mínimo tínhamos empatado com o outro par!! Quem será que iria ser escolhido para vencedor??
O momento da espera foi terrível, porque já tinha começado a imaginar que cara iria fazer quando recebesse o prémio de 2º lugar, e ao mesmo tempo acalentava a esperança de que talvez pudesse ganhar. Quando o 2º lugar foi anunciado eu a preparar-me para me levantar quando o meu par me puxa para baixo e eu percebo que nós é que ficámos em 1º. Foi o êxtase!! Ficar em primeiro lugar, numa competição relacionada com uma das coisas que mais gosto neste mundo, é uma sensação totalmente indescritível!! Fiquei completamente sem palavras ( e acreditem que isso é muito difícil)!! De resto foi uma noite de sonho!! Tudo isso graças à generosidade, paciência e boa vontade de todos aqueles que me apoiaram e acreditaram em mim, e principalmente à minha famelga, e ao meu par que sem ele nunca teria chegado onde cheguei e não teria feito o brilharete que fiz. Adorava poder voltar a dançar com ele, mas isso já é outro capítulo.
Por agora, restam-me as boas recordações e a sensação de satisfação pela chapada de luva branca àqueles que apesar das tentativas para nos deitar abaixo e enganar para fazermos má figura, ainda têm a indecência de vir com falinhas mansas para nós!! Tomem lá que já levaram.
É caso para dizer, "I am so great!"

sábado, 9 de maio de 2009

...mEnSagEm pRimEiRa (dE muiTas)...

Yeeessss!! Finalmente fiz um blogue!! Com a ajuda da minha maninha, claro!! Agora vão ter que levar comigo cada vez que a imaginação precisar de se soltar (ou desabafar).
Neste momento ela está ao meu lado, por isso não posso falar mal dela!!

Obrigada BooO!!!
P.S.: És uma fiSh!!